A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Força Sindical, assinaram nesta quarta-feira (18) um protocolo que orienta as principais instituições financeiras do país a reescalonar o pagamento de crédito consignado para trabalhadores que aceitaram redução ou suspensão provisória dos salários.
De acordo com o diretor executivo da Febraban, Hélio Duarte, a adesão dos bancos deve ser plena, pois tais instituições já foram consultadas e indicaram que vão aceitar as condições do acordo. "Estamos dispostos a colaborar neste esforço para que a crise afete o menos possível a nossa economia", disse
Para o presidente da Força, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), a iniciativa merece um elogio aos bancos, pois a medida deve diminuir a pressão sobre os consumidores numa conjuntura difícil como a atual.
"Este protocolo é importante, pois dá mais fôlego ao trabalhador para honrar seus compromissos quando uma parte do seu salário é diminuída para não perder o emprego", afirmou Paulinho. "Para o banqueiro, o negócio também é bom, pois é melhor ganhar um pouco de quem fez o crédito consignado do que não receber nada." O documento deve vigorar até o final deste ano, mas pode ser renovado.
De acordo com o protocolo, o trabalhador que registrar uma redução no salário, devido à negociação entre seu sindicato e a empresa empregadora terá a mesma proporção do crédito consignado adiada. Por exemplo: se um operário registra os descontos de R$ 400 por mês por causa do crédito consignado, e se 15% dos seus vencimentos forem reduzidos temporariamente motivados pela crise, o pagamento de R$ 60,00 será postergado. De acordo com Duarte, os valores descontados serão acrescidos no final do pagamento do financiamento. Fonte: Agência Estado
De acordo com o diretor executivo da Febraban, Hélio Duarte, a adesão dos bancos deve ser plena, pois tais instituições já foram consultadas e indicaram que vão aceitar as condições do acordo. "Estamos dispostos a colaborar neste esforço para que a crise afete o menos possível a nossa economia", disse
Para o presidente da Força, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), a iniciativa merece um elogio aos bancos, pois a medida deve diminuir a pressão sobre os consumidores numa conjuntura difícil como a atual.
"Este protocolo é importante, pois dá mais fôlego ao trabalhador para honrar seus compromissos quando uma parte do seu salário é diminuída para não perder o emprego", afirmou Paulinho. "Para o banqueiro, o negócio também é bom, pois é melhor ganhar um pouco de quem fez o crédito consignado do que não receber nada." O documento deve vigorar até o final deste ano, mas pode ser renovado.
De acordo com o protocolo, o trabalhador que registrar uma redução no salário, devido à negociação entre seu sindicato e a empresa empregadora terá a mesma proporção do crédito consignado adiada. Por exemplo: se um operário registra os descontos de R$ 400 por mês por causa do crédito consignado, e se 15% dos seus vencimentos forem reduzidos temporariamente motivados pela crise, o pagamento de R$ 60,00 será postergado. De acordo com Duarte, os valores descontados serão acrescidos no final do pagamento do financiamento. Fonte: Agência Estado
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